Advogado para Busca e Apreensão Criminal

Delegacia e Investigação

Advogado para Busca e Apreensão Criminal

Advogado para Busca e Apreensão Criminal: requisitos do mandado, horário, direitos do morador, celulares, escritórios, auto de apreensão e restituição.

Advogado para Busca e Apreensão Criminal

Advogado para Busca e Apreensão Criminal: o que fazer quando a polícia chega

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal é o advogado que orienta e acompanha a pessoa ou a empresa alvo de mandado de busca e apreensão, verificando os requisitos da ordem, os limites de sua execução e a correta documentação do que foi apreendido, além de pedir a restituição de bens quando cabível. Procurar um Advogado para Busca e Apreensão Criminal é necessário no próprio momento da diligência ou logo depois, porque é nesse intervalo que se formam provas relevantes e que se podem registrar eventuais irregularidades.

A busca e apreensão é uma das medidas mais invasivas da investigação, porque atinge o domicílio, a intimidade e, muitas vezes, os dados digitais. Por isso, a Constituição e o Código de Processo Penal impõem regras precisas para sua realização.

O que diz a lei sobre a busca domiciliar?

O artigo 5º, inciso XI, da Constituição estabelece que a casa é asilo inviolável, e que ninguém nela pode penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, para prestar socorro ou, durante o dia, por determinação judicial.

O artigo 240 do Código de Processo Penal lista as finalidades da busca domiciliar, como prender criminosos, apreender coisas obtidas por meios criminosos, apreender armas e munições, descobrir objetos necessários à prova e colher elementos de convicção. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal verifica se a ordem se vincula a alguma dessas finalidades e se há fundadas razões que a justifiquem.

Quando chamar um Advogado para Busca e Apreensão Criminal?

A presença de um Advogado para Busca e Apreensão Criminal é recomendável nas seguintes situações:

  • cumprimento de mandado na residência;
  • diligência na sede ou em filiais de empresa;
  • busca em escritório de advocacia, consultório ou outro local sujeito a sigilo profissional;
  • apreensão de celulares, computadores e mídias;
  • ingresso policial sem mandado, alegando flagrante;
  • necessidade de reaver bens apreendidos.

Quais requisitos do mandado o Advogado para Busca e Apreensão Criminal confere?

O artigo 243 do Código de Processo Penal exige que o mandado indique, o mais precisamente possível, a casa em que será realizada a diligência e o nome do proprietário ou morador, mencione o motivo e os fins da diligência e seja subscrito pelo escrivão e assinado pela autoridade que o expedir.

Mandados genéricos, sem delimitação do local ou dos objetos buscados, podem ser questionados. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal examina o mandado no momento da diligência, pede cópia e verifica se a execução se limita ao que foi autorizado.

Em que horário a busca pode ser feita?

A Constituição autoriza o ingresso por determinação judicial apenas durante o dia. O artigo 245 do Código de Processo Penal determina que as buscas domiciliares sejam executadas de dia, salvo se o morador consentir que se realizem à noite.

A Lei nº 13.869/2019, que trata do abuso de autoridade, tipifica como crime, em seu artigo 22, cumprir mandado de busca e apreensão domiciliar após as 21 horas ou antes das 5 horas. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal verifica o horário de início da diligência e registra eventual descumprimento.

Direitos do morador durante a busca

Durante a diligência, o Advogado para Busca e Apreensão Criminal assegura direitos como:

  • ver o mandado e ter sua leitura, conforme o artigo 245 do Código de Processo Penal;
  • acompanhar a busca em todos os cômodos;
  • ser assistido por advogado;
  • não prestar declarações informais sobre os fatos;
  • receber cópia do auto de apreensão, com descrição dos bens.

O artigo 249 prevê que a busca pessoal em mulher seja feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência.

Busca sem mandado: o que o Advogado para Busca e Apreensão Criminal analisa

O ingresso sem mandado só é admitido nas hipóteses constitucionais, como flagrante delito. O Supremo Tribunal Federal, em repercussão geral, fixou que a entrada forçada sem mandado só é lícita quando amparada em fundadas razões, justificadas a posteriori, que indiquem situação de flagrante dentro da casa.

O consentimento do morador também autoriza o ingresso, mas deve ser livre e comprovado. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal examina como a entrada ocorreu e se havia razões concretas antes do ingresso, porque a prova obtida em ingresso ilegal pode ser considerada ilícita, conforme o artigo 157 do Código de Processo Penal.

Celulares e computadores: a atuação do Advogado para Busca e Apreensão Criminal

A apreensão de aparelhos eletrônicos é frequente. O acesso ao conteúdo, como mensagens, arquivos e dados armazenados, é tratado com cautela pelos tribunais, que em regra exigem autorização judicial específica ou decorrente da própria ordem de busca.

O morador não é obrigado a fornecer senhas. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal orienta sobre isso e acompanha a forma de extração dos dados, verificando a preservação da cadeia de custódia, prevista nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal, e a integridade do material.

Busca em escritório de advocacia e locais com sigilo profissional

O artigo 7º, inciso II, do Estatuto da Advocacia assegura a inviolabilidade do escritório do advogado. A busca só pode ser determinada por decisão judicial fundamentada, com mandado específico e pormenorizado, cumprido na presença de representante da OAB, conforme o parágrafo 6º do mesmo artigo, e é vedada a utilização de documentos de clientes, salvo se forem coinvestigados.

Consultórios médicos e outros ambientes sujeitos a sigilo profissional também exigem cuidados especiais. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal verifica se essas garantias foram respeitadas.

Busca em empresas

Para o Advogado para Busca e Apreensão Criminal, em empresas, a diligência costuma alcançar documentos físicos, servidores, computadores e celulares corporativos. A execução pode afetar a continuidade das atividades.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal acompanha a diligência, verifica os limites do mandado quanto às salas e aos equipamentos, orienta os funcionários a não prestar declarações informais e providencia cópias de documentos essenciais, quando possível. Também pode pedir que dados de interesse da empresa sejam copiados antes da apreensão de equipamentos indispensáveis.

O auto de apreensão: por que conferir

O artigo 245, parágrafo 7º, do Código de Processo Penal determina que, finda a diligência, seja lavrado auto circunstanciado, assinado por duas testemunhas presenciais. O auto deve descrever os bens apreendidos com precisão.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal confere a descrição, a quantidade e o estado dos itens, e pede correção quando necessário. Descrições genéricas, como "diversos documentos", dificultam o controle posterior e podem gerar questionamentos sobre a origem de materiais juntados aos autos.

No caso de dispositivos eletrônicos, é recomendável que o auto registre marca, modelo, número de série ou identificação e o estado do aparelho no momento da apreensão, se estava ligado ou desligado e se foi lacrado. Esses dados permitem verificar depois se o material periciado é o mesmo que foi recolhido.

Restituição de bens pedida pelo Advogado para Busca e Apreensão Criminal

Os bens apreendidos podem ser restituídos quando não interessarem mais ao processo, conforme o artigo 118 do Código de Processo Penal, e desde que não haja dúvida sobre o direito do reclamante, conforme o artigo 120. Bens que constituam produto do crime ou cuja posse seja ilícita não são restituídos ao investigado.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal reúne documentos de propriedade e demonstra por que a manutenção da apreensão não é necessária, podendo pedir a restituição à autoridade policial ou ao juiz. Quando o bem é instrumento de trabalho, a urgência pode ser destacada.

O que fazer e o que evitar durante a busca

Algumas orientações do Advogado para Busca e Apreensão Criminal para o momento da diligência:

  • manter a calma e não resistir ao cumprimento da ordem;
  • pedir para ver o mandado e solicitar cópia;
  • acompanhar a busca pessoalmente ou por pessoa de confiança;
  • não apagar dados nem ocultar objetos, o que pode configurar crime;
  • não fazer declarações informais sobre os fatos.

Documentos para o Advogado para Busca e Apreensão Criminal

Após a diligência, costumam ser necessários:

  • cópia do mandado e do auto de apreensão;
  • número do procedimento e unidade responsável;
  • documentos de propriedade dos bens apreendidos;
  • relato do horário e da forma de ingresso;
  • nomes das testemunhas presentes.

Advogado para Busca e Apreensão Criminal em São Paulo: a atuação do JLC Advogados

O JLC Advogados tem sede no Centro Histórico de São Paulo (SP) e atua em Direito Penal e Processo Penal, com foco em defesas criminais de alta complexidade, acompanhando casos em todo o território nacional.

Em buscas e apreensões, o escritório atende pessoas físicas e jurídicas alvo de diligências da Polícia Civil, da Polícia Federal e do GAECO. O escritório tem mais de dez anos de atuação e registro na OAB/SP sob o nº 391.623.

A análise de cada diligência depende do mandado e das circunstâncias, e não há garantia de resultado. Os honorários são ajustados, preferencialmente, em contrato escrito, com base na tabela da OAB.

Ética e limites

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal atua com sigilo, conforme o Estatuto da Advocacia e o Código de Ética e Disciplina da OAB, e não obstrui o cumprimento de ordens judiciais legítimas nem orienta a ocultação de provas.

O papel do advogado é assegurar que a diligência respeite a lei. As conclusões cabem às autoridades competentes.

Perguntas frequentes sobre Advogado para Busca e Apreensão Criminal

A polícia pode fazer busca na minha casa à noite?

Com mandado, a busca deve ocorrer de dia, salvo consentimento do morador. O Advogado para Busca e Apreensão Criminal verifica o horário da diligência.

Sou obrigado a entregar a senha do celular?

Não. O morador não é obrigado a fornecer senhas, em razão do direito de não produzir prova contra si.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal pode acompanhar a diligência?

Sim. A presença do advogado ajuda a verificar os limites do mandado e a documentação dos bens.

O que deve constar no mandado?

O local, o nome do morador, o motivo e os fins da diligência, conforme o artigo 243 do Código de Processo Penal.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal pode pedir a devolução dos bens?

Sim, quando não interessarem mais ao processo e não houver dúvida sobre o direito do requerente.

A polícia pode entrar sem mandado?

Somente nas hipóteses constitucionais, como flagrante, e o STF exige fundadas razões prévias para a entrada forçada.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal atua em buscas em empresas?

Sim. Ele acompanha a diligência, verifica os limites do mandado e orienta os funcionários.

O JLC Advogados atua como Advogado para Busca e Apreensão Criminal em outros estados?

Sim. O escritório fica no Centro Histórico de São Paulo e acompanha diligências em diferentes estados.

Busca em escritório de advocacia tem regras próprias?

Sim. Exige mandado específico e presença de representante da OAB, conforme o Estatuto da Advocacia.

Por que o Advogado para Busca e Apreensão Criminal confere o auto de apreensão?

Porque é o documento que descreve os bens apreendidos, assinado por duas testemunhas, conforme o artigo 245, parágrafo 7º, e sua precisão permite controlar o que foi retirado do local.

O Advogado para Busca e Apreensão Criminal garante a anulação da busca?

Não. Nenhum advogado pode garantir resultado, e a decisão cabe ao Judiciário.

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